E lançamos o nosso primeiro episódio especial, com um tema central! (Até rima!) Nele, Francisco “Xcao”, Ricardo Pasqual e Fábio Sooner conversam sobre toda a boataria que tem aparecido a respeito dos consoles da próxima geração – incluindo o Steam Box, se realmente existir. Conversamos sobre a possibilidade de termos dois novos Xbox, o novo chip e a falta de retrocompatibilidade do PS4, a quem o Wii U se destina e diversos assuntos relacionados, como distribuição digital, novo Kinect, controles tablet e o diabo a quatro.
Nota: Este podcast não é recomendado para menores de 16 anos, Nintendo haters, Microsoft haters, Sony haters, PC haters, company haters… Vem cá, ainda sobrou alguém aí para ouvir o podcast?
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Shownotes
- Vinheta de Classificação Indicativa por Nanna Minetto da Kombo Podcasts
- Microsoft processada pelo sistema de pontos da Live (notícia em inglês)
- Seção do Gamespot reunindo especulações sobre a nova geração (textos em inglês)
- Gameplay de Blood Will Tell, do PS2 (o jogo que o Xico queria lembrar)
- Ultraje a Rigor – “Nada a declarar” (para quem não entendeu a piada do “enfiar um palavrão”…)










28 comments
Ricardo Pasqual
10/04/2012 em 22:49 (UTC -3)
Que eu ganho por ter descoberto o jogo do cotoco assassino de berinjelas? xD
Fabio Sooner
11/04/2012 em 00:14 (UTC -3)
Duas tags exclusivas dedicadas à sua inigualável arte de trocar nomes e pronúncias XD
Ricardo Pasqual
11/04/2012 em 00:35 (UTC -3)
Hahahah esse é meu charme, sempre trocar os nomes das pessoas por algo que na minha cabeça fica bem melhor. Mas vai, Gabe Newman é muito mais maneiro! hauahuahuh
Bebs
11/04/2012 em 09:25 (UTC -3)
Eu também acho que as suas trocas sempre ficam melhores que os originais. hahahah
Ricardo Pasqual
11/04/2012 em 19:16 (UTC -3)
Eu disse, essa menina sabe das coisas! xD Valeu, garota
@WillBlackmusic
13/04/2012 em 23:02 (UTC -3)
Meus parabens chapas to curtindo muito o cast de vcs. e essa parada de usados porra isso não pode rolar. se não eu to fudido. boa parte dos jogos que eu tenho de ps3 eu comprei usado. ou peguei emprestado com um amigo. e sobre essa parada de venda digital. eu acho dificil de engrenar atualmente até pq. cara não tem como se nao tu fode as grandes varejistas lojas como starland,playasia,shopto pressionam muito as empresas. e um adendo. uma coisa que eu vejo que todo mundo esquece quando se fala do WiiU. tipo o controle dele tem 1000 de recursos. eu fico imaginando quanto vai custar cada controle dele. porra vai ser foda pq eu imagino algo em torno de 200 dolares cada controle. pra mim isso vai quebrar legal no bolso dos consumidores.
bem é isso
e chapas Keep the good work =D
Fabio Sooner
14/04/2012 em 15:36 (UTC -3)
Sobre venda digital foder as lojas:
Isso está impedindo o negócio de engrenar *agora*, mas é tão inevitável que elas mesmo estão se preparando para isso. A GameStop, por exemplo, começou a focar nos usados exatamente por perceber que conseguiria tirar mais lucro com isso, e que os discos já prensados ainda ficarão em circulação por algum tempo. Além disso, ela comprou o Impulse, um serviço de venda de jogos digitais, para já entrar nesse mercado. A Amazon já vende jogos digitais, o Shop.to também já está vendendo jogo de PC via download desde o ano passado, e assim por diante.
O que pega não é eStarland, Shop.to, Play-Asia etc. – essas lojas são grandes pra gente, mas pro mercado varejista europeu e americano, são peixe pequeno. Quem "manda" lá é a Amazon nas vendas online, a GameStop como revendedora especializa em games, e as grandes lojas de departamento/eletrônicos, como a Best Buy, Walmart etc. Na real, são *essas* que têm poder de pressão e estão segurando as vendas digitais, porque os grandes blockbusters como CoD e Fifa vendem primariamente nessas cadeias. Não é à toa que a EA escolheu Mass Effect 3 para ser o primeiro jogo de console que ela lança com distribuição digital junto com a física: é um jogo que vende 2-3 milhões de cópias primariamente via GameStop e Amazon, não um CoD de 15 milhões de cópias onde 12 delas vendem na Saraiva, no Walmart, na Best Buy.
Fabio Sooner
14/04/2012 em 15:40 (UTC -3)
Sobre o controle do Wii U:
Essa semana saiu um boato de que o custo da montagem do aparelho seria em torno de US$ 180, com US$ 50 só para o controle.
E aí, considerando os outros custos e a margem de lucro aplicados nos consoles atuais, isso colocaria o Wii U custando pelo menos US$ 300, e o controle a cerca de US$ 80. Para efeito de comparação, um controle de PS3 ou de Xbox 360 hoje custa oficialmente cerca US$ 50 (na prática, se encontra por bem menos, por volta de US$ 30, na Amazon e em outras lojas).
elsedated
14/04/2012 em 05:48 (UTC -3)
Ainda vou ouvir o cast, mas queria pedir desculpas em adiantado pois mandei nos últimos comments um spoiler de ME3, NA CARA DURA. Foi devido à COMOÇÃO no momento de comentar, que perdi a atenção nesse detalhe Desculpe se alguém acabou vendo aquilo. Espero que tenha sido o Fabio que tenha editado lá hahahahaha.
Ricardo Pasqual
14/04/2012 em 14:33 (UTC -3)
Nah, nem te esquenta, o Fabio mesmo que editou o comentário
@humelhor
14/04/2012 em 13:23 (UTC -3)
Sobre o preço das edições de colecionador vs. jogos digitais, vale lembrar que sempre pode deixar o jogo só com uma key para baixar, fora que é normal essas edições virem com um dvd de extras e mesmo assim ter o mesmo preço.
Sobre jogos usados, uso o trocajogo de vez em quando e é incrível ver a falta de cuidado que as pessoas tem com DVD, já é fogo ver um risco mas os caras conseguem deixar inteiro riscado, eles tem que agradecer a Microsoft e a Sony por fazerem um bom driver que consegue ler esses jogos mesmo com tantos riscos. (só um desabafo)
Ricardo Pasqual
14/04/2012 em 14:29 (UTC -3)
Sobre os riscos, isso sempre foi foda com CDs e DVDs, mas não enfrento esse problema com Blu-Rays. Metade pra mais dos meus jogos de PS3 são usados, e mesmo aqueles que vieram todo "sujos", cheios de marcas de dedos, foram facilmente limpos e não apresentaram NENHUM risco. Sem querer puxar brasa pro assado da Sony, mas a resina acrílica que tem nos BDs é bem resistente, só se o cara quiser riscar de propósito mesmo.
Mas é foda, antigamente eu nem emprestava meus jogos por esse medo de riscar. A maioria do pessoal é relaxado mesmo, fora que o disco com riscos força muito mais o leitor e isso era um grande problema na época em que eu usava piratex =P
Fabio Sooner
14/04/2012 em 15:28 (UTC -3)
Eu tenho pelo menos um jogo de PS3 que veio todo riscado (um Ratchet & Clank), mas por sorte a mídia Blu-ray é mesmo mais durável do que um DVD comum. Se fosse um jogo de Xbox, que é em DVD, eu recusava a troca na hora (uma das vantagens de se morar em São Paulo é que tem muita gente com jogo aqui, e com isso só faço troca em mãos).
@humelhor
14/04/2012 em 15:46 (UTC -3)
Não sabia disso sobre a maior durabilidade dos blu-ray do ps3, sempre tive medo de trocar ou pegar usado pois na época que eu alugava filme em blu-ray, sempre vinha todo riscado e acabava perdendo metade do filme.
Uma das coisas estupidas que a MS fez foi de colocar o driver de dvd com bandeja, aquilo é pedir para dar merda.
Agora vou ficar mais atento aos jogos de ps3 usados que o pessoal quiser vender ou trocar.
Fabio Sooner
14/04/2012 em 17:53 (UTC -3)
Ah, e sobre as edições de colecionador, putz, nunca me ocorreu que poderia vir uma key. Pode crer, faz todo sentido do mundo.
E mesmo que não o façam exatamente para agradar a parcela colecionadora, que quer ter *tudo* físico… É por isso que pensei que elas até poderiam ficar mais baratas, ou pelo menos no mesmo preço: não sei se todas usam o mesmo disco das edições normais, e se usarem, o preço do disco é o de menos. O que encarece é o livro de arte, a action figure, o brindezinho físico que vem junto etc., e se as tiragens aumentarem, esses custos podem diminuir.
Mas daqui a alguns anos saberemos
Eu gostaria muito de ter livro com arte visual e documentário de making of de vários jogos que eu tenho, mas com o que a gente paga por uma edição especial aqui não dá – fora que aqui elas sempre chegam depois. Tenho certeza de que quando me mandar do Brasil, vou comprar algumas edições de colecionador de jogos novos na pre-order.
@humelhor
14/04/2012 em 18:44 (UTC -3)
Vendo os brindes que tem vindo hoje em dia nos jogos da para saber que eles já estão tendo um lucro bem grande com essas edições de colecionador e aumentar o valor seria só uma desculpa.
Por mim ficaria feliz se todo jogo você tivesse a opção de ter o making of e o livro de arte em forma digital, vamos ser sincero que o preço dos jogos hoje em dia não faz mais sentido, em especialmente grandes franquias que os gastos maiores são para o marketing e não mais para o jogo, já que a engine é no máximo aperfeiçoada deixando o custo dos jogos não mais tão caro como era inicialmente.
Fabio Sooner
15/04/2012 em 04:09 (UTC -3)
Ao mesmo tempo, o preço não foi ajustado para inflação (enquanto custos de pessoal e manutenção crescem todo ano), a maioria dos jogos tem modo online (que gera mais custos, e ainda por cima recorrentes e a longo prazo, não custo inicial único), e o patamar de vendas total não mudou muito desde o começo dessa geração. Pelo contrário: está ficando cada vez mais concentrado. Cada CoD vende mais que o anterior e cada vez menos jogos quebram a barreira dos 1-2 milhões vendidos.
Os custos altos de marketing estão altos aí somente para os CoD e Fifa da vida, os blockbusters anuais – que, aliás, hoje precisam de mais de uma equipe para conseguir sair todo ano, algo que tem que acontecer para atingir o público-alvo principal deles, o jogador ocasional que compra em grandes cadeias e não é necessariamente um hobbysta que acompanha todas as notícias.
Para um Enslaved ou Alice ou Binary Domain, a realidade ainda é a anterior em termos de custo, com o agravante do preço estagnado há 10 anos e de estarem concorrendo com os blockbusters, que serão sempre ou mais polidos, ou terão um marketing muito maior.
Não conte com redução de preço, não. Tudo o que a indústria tem feito é para compensar o fato de que tudo aumenta e a renda não acompanha. O preço só vai reduzir mesmo com distribuição digital, e depois disso, só quando o custo de licenciamento para uma plataforma for reduzido – seja com a improvável adoção de um padrão universal de console, seja pela entrada de uma concorrente que cobre menos pelo licenciamento.
@humelhor
15/04/2012 em 09:58 (UTC -3)
Realmente, não tinha pensado na questão obvia que é a inflação, fora que apesar do preço de um lançamento chegar a quase 60 dólares, boa parte dos jogos caem o preço rapidamente chegando a pouco mais que 50.
Acho que só estava tentando me enganar dando motivos para eles começarem a colocar mais conteúdo extra nos jogos hehehe
Fabio Sooner
16/04/2012 em 23:23 (UTC -3)
O melhor motivo para a produtoras fazerem isso é justamente combater a pirataria – tanto que de certa forma já estão fazendo, com cada vez mais modos online e extras no lançamento para incentivar a compra do original novo. Meu Kingdoms of Amalur veio com sete missões extras, e pouca diferença faz se era conteúdo que já estava pronto ou não – o fato é que sem elas o jogo já pode chegar às 100 horas, então esse conteúdo é um extra sim.
Mas aí você vai ver e é exatamente disso que o pessoal reclama: de DLC, de franquias como Mass Effect e Assassin's Creed ganharem modos online etc.
No fundo esse pessoal está jogando contra e não sabe, reclamando de extras e usando de desculpa para piratear, o que só vai obrigar as produtoras a tomarem medidas mais drásticas.
@humelhor
18/04/2012 em 10:06 (UTC -3)
Jogos como mass effect e Assassin´s Creed não tem motivo para reclamarem, pois é como vc falou, é um extra e não atrapalhou em nada o resto do jogo, outro caso parecido é o Battlefield 3, a campanha é ruim, mas o multiplayer está melhor que nunca.
elsedated
16/04/2012 em 18:25 (UTC -3)
Hahahaha, carai só pq eu sempre falo do cheiro da caixinha de jogo novo!
Agora, sobre o Steam necessitando do Windows pra rodar: não dependeria só dos próprios programadores do steam criar uma versão que rode em Linux ou talvez até com um "firmware" próprio?
Also, vocês viram que o Steam também está trabalhando num "computador de vestir"? Segundo eles, é só uma pesquisa que não tem objetivo de já colocar algo no mercado, mas sim abrir portas pra essa possibilidade. Nada que seja "oh mel dels!1!!1!!!onze!". Mas achei interessante o que o Michael Abrash disse: (http://www.kotaku.com.br/a-valve-quer-fazer-computadores-para-voce-vestir/)
Eu não dúvido dessa previsão do Fabio, sobre as produtoras lançarem jogos e termos vários consoles que rodem o mesmo disco ou na verdade, algo só digital. E talvez, o Steam Box seja a entrada disso… Já que, apesar de não ter cheirinho de novo e brindes bacaninhas que eu gosto, mídia digital é realmente mais barata pro consumidor, mais lucrativa pras produtoras, ou seja win-win.
Ânderson.Peroty
18/04/2012 em 10:08 (UTC -3)
Então.
SteamBox: SE vier a existir parece ser mais um PC(que vai precisar de um windows starter no minimo pra rodar os jogos, ja que boa parte dos jogos usam o DirectX) parece ser mais uma adaptação do software da steam pra ficar mais "Usavel" em uma tela maior de TV(30" pra cima) Basicamente um PC central multimídia homologado pela valve. Mas não acho que a Valve vai se meter no mercado de Hardware, ela não precisa disso.
Xbox e PS: Ambas me decepcionam fortemente. Acho que pra eu ter uma proxima geração só se rolar um sistema de distribuição digital na escala do STEAM. As duas ainda tem muito o que apreender.
WII U: Como todos concordo que o nome deve mudar, e voto no nome "SUPER NINTENDO WII" que ajudaria a defini lo como uma nova geração e seria finalmente o SNES2!
Com certeza é um sonho das third-party não existir mais vários consoles, mas só se houvesse uma parceria Nintendo+Microsoft+Sony, o que acho muito improvável, e bem se pensarmos um pouco na ideia o que estamos querendo é um PC ligado a TV, que é o caminho que a VALVE esta pegando.
Abração pessoal. e Parabéns pelo episodio que com tema ficou show!
Fabio Sooner
19/04/2012 em 16:00 (UTC -3)
Tem mais uma possibilidade pro Steam Box que andou surgindo essa semana: o presidente da Apple visitou a Valve. Falou-se no Box ser na verdade um console da Apple com Steam. oO
Sobre distribuição digital na PSN e no Xbox: A Live tem o Games on Demand, que pelo menos no exterior lança jogos em versão digital após alguns meses. Praticamente todos os jogos lançados em disco param na Games on Demand um tempo depois – que pode variar de 6 meses a 2 anos. Mas pelo menos a plataforma já existe e funciona direitinho. A merda é que se a MS começar a querer pôr tudo no dia do lançamento, as publishers até topariam, mas isso irritaria as lojas de departamento e elas retaliariam não vendendo os consoles, matando o negócio. Analistas suspeitam que isso já aconteceu em parte com o PSP Go, por exemplo.
O Steam não sofre desse problema porque ele não está atrelado a uma marca específica de computador que essas lojas possam boicotar – mas não à toa, muitas delas não se preocupam em estocar lançamentos de PC em versão em disco por conta disso também. Vamos ver se a coisa muda. A EA e a Sony já deram um belo passo ao chutar o balde com Mass Effect 3 no 1º dia na PSN, e com a ideia de vender os modos de Fight Night Champion em separado via digital (isto é, vc pode comprar só o modo história por US$ 5 e assim por diante).
Sonho do console padronizado: na verdade, existe outra maneira disso acontecer: consoles individualizados pararem de dar dinheiro. Na hora que o Sony, MS e Nintendo deixarem de ganhar dinheiro com seus consoles e saírem do mercado, sobra as third-parties software houses de cada uma, e aí poderia sair um padrão acordado de aparelho universal que barateasse a produção. A minha aposta é essa, ainda que BEM mais pra frente, não em 5 ou 10 anos.
Fabio Sooner
19/04/2012 em 17:53 (UTC -3)
Complementando, olha só isso: http://www.gamespot.com/news/xbox-360-business-lo…
Mesmo sendo o console mais vendido nos EUA (e se não me engano no mundo) nos últimos 12 meses, esse ano foi de prejuízo para a MS.
A real é que fazer videogames no padrão que se espera hoje em dia ainda é um processo caro demais, um monstro foi criado em termos de expectativas tecnológicas, visuais e de recursos. Isso é uma bolha prestes a estourar. A próxima geração já não vai vir com hardware topo de linha, como se fazia antes, e daí é só questão de tempo para a coisa se reduzir e cada fabricante seguir o mesmo padrão-base, provavelmente com venda digital da mesma exata cópia, e complementar com serviços próprios. Mais ou menos como existe um padrão de reprodutor de DVD e Blu-ray mas cada fabricante vende o seu aparelho, que irá se conectar a uma rede própria e baixar a mesma versão vendida nos outros aparelhos.
@humelhor
24/04/2012 em 21:34 (UTC -3)
Mas será que isso não pode ser por conta de um investimento em um futuro console?
Fabio Sooner
25/04/2012 em 00:31 (UTC -3)
Pode ser, mas de qualquer maneira, o ciclo do Xbox 360 seria assim:
1º ano – Algum lucro, necessário para tentar recuperar o alto investimento anterior
2º, 3º, 4º ano… – Preju atrás de preju, por não ser o mais vendido e pelo custo gigante que tiveram com suporte e garantia por conta das 3 luzes vermelhas da morte
5º ano – Console mais vendido nos EUA por 12 meses, preju por já estar investindo no próximo
Não parece um bom modelo de negócios, a não ser que você projete que foi para abrir mercado (e a MS precisava, por ser a última a entrar na corrida).
@humelhor
27/04/2012 em 00:04 (UTC -3)
Acho q essa próxima geração vai ser importante pois parece que a Microsoft vai integrar a xbox live no windows 8 e a sony está integrando a psn nos seus aparelhos(tanto que mudou o nome), num futuro quem sabe o que você vai escolher é se vc quer seu console com xbox live ou com a psn hehehe
Rodrigo Olem
21/04/2012 em 13:56 (UTC -3)
Dei a idéia pro Xico la no facebook mas vim aqui tbm propor:
Vcs poderiam criar o o grupo do Respawn la.Seria bacana pra quem acessa aqui trocar idéia por la, em tempo real, através do chat que sempre tem nos grupos…